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Vale a pena checar os erros da IA generativa?

Pode parecer perda de tempo, mas um estudo mostra que treinar o time para detectar imprecisões melhora seu trabalho – e ajuda a afinar a colaboração entre humanos e máquinas. Entenda a importância do atrito

Renée Richardson Gosline, Yunhao Zhang, Haiwen Li, Paul Daugherty, Arnab D. Chakraborty, hilippe Roussiere e Patrick Connolly
17 de dezembro de 2024
9 min de leitura
Vale a pena checar os erros da IA generativa?

Como todo mundo sabe, o ChatGPT, da OpenAI, tanto empolgou como acrescentou desafios para os gestores desde seu lançamento em novembro de 2022. As lideranças corporativas logo entenderam que é imenso o potencial de aplicação dos grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês) nos negócios. Mas as preocupações a respeito de questões como vieses, imprecisão e falhas de segurança neles se multiplicam, limitando a confiança nesses modelos.

Nesse contexto, a abordagem responsável ao uso de LLMs é essencial para a adoção segura da IA generativa. Já há consenso de que humanos devem permanecer no controle (cenário em que a supervisão e a intervenção humanas colocam o algoritmo no papel de um aprendiz em treinamento). Há consenso de que princípios de IA responsável precisam ser estabelecidos o quanto antes.

Como elas lideram na nova economia
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Renée Richardson Gosline, Yunhao Zhang, Haiwen Li, Paul Daugherty, Arnab D. Chakraborty, hilippe Roussiere e Patrick Connolly
Renée Richardson Gosline é chefe do Human-First AI Group na Initiative on the Digital Economy da MIT Sloan School, além de pesquisadora dessa escola. Yunhao Zhang é pós-doutorando no Psychology of Technology Institute, na Califórnia, EUA. Haiwen Li é doutoranda no MIT Institute for Data, Systems, and Society. Paul Daugherty é diretor de tecnologia e inovação da Accenture, sediado em Nova Jersey, EUA. Arnab D. Chakraborty é líder global de IA, responsável e diretor-administrativo sênior da Accenture, sediado em Chicago, EUA. Philippe Roussiere é líder global para inovação em pesquisa e IA na Accenture, sediado em Paris, França. Patrick Connolly responde globalmente por pesquisa em IA responsável e IA generativa na Accenture Research, e fica sediado em Dublin, Irlanda.

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