Centro de formação executiva focado em liderança, inovação e curadoria de conteúdos para líderes e gestores do futuro.

Conheça mais

O portal brasileiro da faculdade de gestão do MIT, trazendo conteúdo de qualidade e confiável sobre o tema.

Você está aqui

Acesso a estudos exclusivos e materiais de ensino produzidos pela faculdade de negócios de Harvard.

Versão brasileira do portal referência em negócios na China, endossado pela universidade de negócios Cheung Kong.

Conheça mais
O CNEX faz parte do ecossistema Atitus. Conhecimento, tecnologia e inovação. Conectadas com o mesmo propósito: o seu futuro.
Manter os modelos de previsão no rumo  certo é preciso

Status de leitura

Faça login para usar este recurso

Conteúdo da review
Crie uma playlist

Faça login para salvar este conteúdo em suas playlists

Não lido

Manter os modelos de previsão no rumo certo é preciso

Os algoritmos são criados para executar tarefas de uma determinada maneira. Se forem deixados sempre do mesmo jeito, sua inércia pode produzir resultados que desviam as empresas

Vern L. Glaser, Omid Omidvar e Mehdi Safavi
24 de junho de 2024
14 min de leitura
Manter os modelos de previsão no rumo  certo é preciso

Algoritmos sofisticados de análise de dados são cada vez mais usados para apoiar tomada de decisões em tempo real em ambientes dinâmicos. Mas às vezes eles falham espetacularmente. Em 2018, o marketplace imobiliário Zillow lançou o Zillow Offers, braço de “compra instantânea” do negócio. Ele aproveitou um algoritmo proprietário chamado Zestimate, que calcula por quanto um determinado imóvel residencial pode ser vendido. Com base nesses cálculos, a Zillow Offers planejava comprar, reformar e revender imóveis com lucro. Teve algum sucesso nos primeiros anos, mas o modelo não se ajustou à volatilidade do mercado em 2021. A Zillow perdeu, em média, US$ 25 mil por casa vendida no quarto trimestre daquele ano. Esse é um exemplo do que chamamos de inércia algorítmica: quando as organizações usam modelos algorítmicos para lidar com mudanças, mas não conseguem acompanhá-las.

Uma catástrofe de classificação de crédito

Para entender o fenômeno, realizamos um estudo aprofundado de outra organização que não conseguiu responder às mudanças no ambiente: a Moody’s, empresa de pesquisa financeira que fornece classificações de crédito para instrumentos financeiros complexos, como títulos lastreados em hipotecas residenciais (RMBS, na sigla em inglês). Em 2000, a Moody’s desenvolveu um modelo algorítmico proprietário chamado M3 Prime, que analisava dados sobre imóveis e detentores de hipotecas para estimar dois parâmetros centrais para calcular uma classificação de crédito: perdas esperadas para o pool hipotecário e a cobertura necessária para que um título mantenha uma classificação AAA. Um analista apresentaria uma recomendação ao comitê de classificação de risco da Moody’s, que daria uma classificação pública para o título. A Moody’s monitorou essas avaliações e atualizou ou rebaixou os títulos à medida que o ambiente mudava.

Como navegar em um mar de riscos
Este conteúdo faz parte da edição #15 do MIT SMR Brasil.Já tem acesso? Fazer loginAssinarComprar edição

Você leu o post? Então faça login e tenha acesso ao recurso de “Marcar como lido”.

Vern L. Glaser, Omid Omidvar e Mehdi Safavi
Vern L. Glaser é professor associado do departamento de estratégia, empreendedorismo e gestão da Alberta School of Business da University of Alberta. Omid Omidvar é professor associado de organização e trabalho na Warwick Business School da University of Warwick. Mehdi Safavi é professor de estratégia e organização no Grupo de Estratégia da Cranfield School of Management da Cranfield University.

Deixe um comentário

Sumário da review: edição #15 do MIT SMR Brasil.
Sumário
Ouvir
Item salvo (0)
Por favor, faça login para salvar este conteúdo em suas playlists Fechar
Share

Para você Faça login para ver sugestões personalizadas

Você atualizou a sua lista de conteúdos favoritos. Ver conteúdos
aqui