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As chamadas plataformas de desenvolvimento low-code ganham espaço no mundo. Elas simplificam, aceleram e otimizam a interação entre os times de uma empresa. Mas há alguns contratempos

Peter Kreslins
24 de junho de 2024
10 min de leitura
Menos códigos, por favor

Nos últimos meses, mais um assunto vem aquecendo a conversa nos grupos de discussão sobre tecnologia: as plataformas de desenvolvimento de software low-code (pouco código) e no-code (sem código). É um conceito que, mal chegou ao Brasil, já bate de frente com a crença de que quem não tem tecnologia proprietária não atrai investimentos – ou atrai pouco – e fica mais vulnerável contra um concorrente que a tenha.

Antes de tirar qualquer conclusão apressada, convido você a uma breve imersão no tema low-code/no-code. Afinal, a previsão é de que a receita global desse mercado deva saltar de US$ 12,5 bilhões para US$ 190,8 bilhões entre 2020 e 2030, de acordo com o Global Low-Code Development Platform Market Landscape Report divulgado em dezembro de 2021.

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Peter Kreslins
Peter Kreslins é CTO e cofundador da Digibee, startup brasileira responsável pela integração de sistemas para conectar grandes empresas ao mundo digital. Teve várias funções em empresas multinacionais. É bacharel em ciência da computação pela Universidade de São Paulo (USP).

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