Esta é nossa primeira Review mensal. Passamos a ser 100% digitais e, com isso, conseguimos migrar da circulação trimestral para a mensal. Estamos mais próximos de você e nossa ideia é interagirmos mais e mais. (E estaremos presentes a qualquer momento em que isso se fizer necessário, lógico.)
O contexto, do qual tanto falamos, nos exige isso, você nos exige isso e nós nos exigimos também – então é ganha-ganha-ganha.
Esta edição tem vários marcos, por sinal: além de inaugurar a Review mensal, e totalmente digital, torna-se mais focada nos temas que estão na nossa “calçada”, que são gestão e liderança sob influência das tecnologias e da visão sistêmica/ESG, dois trunfos da nossa alma mater, o MIT.
Também inicia – com o líder da AWS no País, Cleber Morais – a série de entrevistas com CEOs de companhias brasileiras. E tem um quiz para facilitar a apreensão dos conteúdos (a resposta você terá na sua newsletter Xtended). Como ficamos mais próximos, pedimos, por favor, que, com seus feedbacks, construa conosco a Review!
Especificamente sobre os artigos, eu pergunto: você já ouviu falar na Melloddy? É um consórcio de empresas farmacêuticas como AstraZeneca, Bayer, GSK, Janssen, Merck e Novartis, entre outras, em torno de dados para machine learning. Concorrentes diretas se uniram para ter mais dados e, portanto, treinar melhor as respectivas inteligências artificiais, o que resulta no mínimo em mais eficiência. Isso é possível graças à abordagem do machine learning federado.
Nesta edição inteiramente dedicada à inteligência artificial nos negócios, mas que não fica na IA generativa. Priorizamos o que há de mais prático para criar valor nesse momento de transição: o machine learning e a automação, além da liderança e do aprendizado na área.
O machine learning federado é uma das soluções oferecidas, por exemplo. Útil à beça para o contexto brasileiro se as desconfianças forem deixadas de lado, concorda? (Está mais do que na hora de isso acontecer no Brasil, não?)
Outra solução que você verá aqui, bem valiosa,consiste em profissionais de negócios ou de funções de apoio que não a área de TI (ou seja, colaboradores não letrados) automatizarem processos com IA – algo utilíssimo para o contexto brasileiro tal e qual, e a cargo de Thomas Davenport.
Também falamos da inteligência artificial aplicada no processo de compras, por meio dos e-auctions. Sabemos que muitas pessoas têm reservas a isso, mas achamos que valia trazer o tema para nosso leitor começar a considerá-lo. Sobretudo neste momento, em que supply chain se mantém como um assunto sensível.
Se você não se perguntou sobre a liderança necessária a uma empresa que usa fortemente IA, nós nos perguntamos: será que liderar IA é diferente de liderar humanos?
Abordamos o assunto com um especialista – e há poucas pessoas tão especializadas nisso quanto o Cleber Morais, country manager da AWS. Por fim, trazemos em Insights aprendizado de um projeto de IA brasileiro. Boa leitura!
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