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E-sports, muito além do entretenimento

O tema esteve sob os holofotes no Brasil, este ano, pelo motivo errado. Confira os motivos certos

Roberta Coelho e Sandra Regina da Silva
25 de junho de 2024
6 min de leitura
E-sports, muito além do entretenimento

O Brasil é destaque em e-sports, os jogos multiplayer de competição. Nossa torcida bate recorde atrás de recorde de audiência. São 8 milhões de fãs no Brasil. Além desses cativos, há 9 milhões de entusiastas (os que acompanham partidas e competições de forma casual). Segundo o relatório The Global Games Market 2022, da Newzoo, 101 milhões de brasileiros são jogadores, o que coloca o País no 5º lugar mundial desse mercado. A sociedade, e as empresas em particular, deveriam prestar mais atenção nesse fenômeno por algumas razões:

Consumo ainda cresce mais do que mercado. Em termos de consumo (de horas) no universo de jogos eletrônicos, o Brasil é um dos países que mais cresce, tanto no game casual como nos esportes eletrônicos. Entretanto, ocupamos, com US$ 2,7 bilhões em receita anual, somente a 10ª posição no mercado gamer. Entre outros fatores, um dos obstáculos é que para o gamer consumir, na maioria das vezes, ele precisa ter cartão de crédito internacional e acesso a lojas fora do Brasil. Será que não há uma oportunidade aí?

Cada vez mais a tecnologia influencia a gestão
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Roberta Coelho e Sandra Regina da Silva
Roberta Coelho é CEO do MIBR. Antes foi CFO do Rock in Rio e CEO da Game XP e head de business development do Rock in Rio. Sandra Regina da Silva é jornalista especializada em negócios.

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