Centro de formação executiva focado em liderança, inovação e curadoria de conteúdos para líderes e gestores do futuro.

Conheça mais

O portal brasileiro da faculdade de gestão do MIT, trazendo conteúdo de qualidade e confiável sobre o tema.

Você está aqui

Acesso a estudos exclusivos e materiais de ensino produzidos pela faculdade de negócios de Harvard.

Versão brasileira do portal referência em negócios na China, endossado pela universidade de negócios Cheung Kong.

Conheça mais
O CNEX faz parte do ecossistema Atitus. Conhecimento, tecnologia e inovação. Conectadas com o mesmo propósito: o seu futuro.

Status de leitura

Faça login para usar este recurso

Crie uma playlist

Faça login para salvar este conteúdo em suas playlists

Não lido

Como o RH vai lidar com o impacto da IA na força de trabalho

Enquanto aguardam o domínio da inteligência artificial, as estratégias de aprimoramento das empresas vão desde aguardar sem agir até capacitar os funcionários a definirem seus próprios planos de carreira

Thomas H. Davenport e George Westerman
13 de junho de 2024
11 min de leitura
Como o RH vai lidar com o impacto da IA na força de trabalho

A promessa e a ameaça da inteligência artificial (IA) são reais, mas o impacto nos empregos ainda não chegou na maior parte das organizações. Ainda em 2017, manchetes como “Chefes acreditam que suas habilidades de trabalho logo serão inúteis” (tradução livre do título da reportagem publicada por The Washington Post eram comuns. Em 2013, pesquisadores de Oxford disseram que 47% dos empregos nos Estados Unidos podiam ser substituídos pela automação. O MIT lançou uma força-tarefa sobre o futuro do trabalho em 2018. Líderes de todo o mundo começaram a considerar como suas organizações seriam diferentes quando milhares de empregos de seus funcionários fossem automatizados.

Alguns anos depois, vemos que a história é diferente. Assim como aconteceu com muitas tecnologias, a realidade não acompanhou a tendência, pelo menos não tão cedo. Os analistas, gestores e gurus da indústria esqueceram a primeira lei da inovação digital: por mais que a tecnologia mude rapidamente, as organizações são mais lentas. Muitas pessoas trabalham com máquinas inteligentes todos os dias, mas poucas foram substituídas por elas.

Este conteúdo é exclusivo para pagantesJá tem acesso? Fazer loginAssinar

Você leu o post? Então faça login e tenha acesso ao recurso de “Marcar como lido”.

Thomas H. Davenport e George Westerman
Thomas H. Davenport (@tdav) é professor de tecnologia da informação e gestão do Babson College, professor visitante da Säid School of Business da Universidade de Oxford, fellow da MIT Initiative sobre Economia Digital e consultor sênior da Deloitte’s AI and Analytics. George Westerman (@gwesterman) é professor sênior da MIT Sloan School of Management e cientista-chefe pesquisador de aprendizagem da força de trabalho no Abdul Latif Jameel World Education Lab do MIT.

Deixe um comentário

Ouvir
Item salvo (0)
Por favor, faça login para salvar este conteúdo em suas playlists Fechar
Share
Conteúdo da editoria Sem categoria

Para você Faça login para ver sugestões personalizadas

Você atualizou a sua lista de conteúdos favoritos. Ver conteúdos
aqui