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As oportunidades do mercado de carbono

À espera do mercado regulado, as empresas podem iniciar sua curva de aprendizado

Lúcia Helena Camargo
24 de junho de 2024
12 min de leitura
As oportunidades do mercado de carbono

Projeta-se que a participação do Brasil no mercado global de créditos de carbono possa chegar a US$ 120 bilhões. Já temos até segmentos: firmou-se a criação de cotas e a alocação dos créditos de carbono disponíveis para comercialização no Amazonas, com origem na floresta em pé – serão mais de 809,6 milhões de toneladas de carbono equivalente (tCO2e) à venda na região – e o Rio de Janeiro fez parceria com a Nasdaq para a criação de uma bolsa de valores para compra e venda de créditos de carbono. E entramos em 2023 com um mercado secundário voluntário de carbono oficializado. As notícias são boas. O que falta?

Falta o mercado regulado, em que o governo define métricas para estabelecer a precificação. O processo de regulamentação até já foi iniciado, em maio de 2022, com o decreto presidencial 11.075, apoiado na Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC, a lei número 12.187/2009). Criou-se, inclusive, o Sistema Nacional de Redução de Emissões (Sinare), plataforma digital que visa reunir todos os registros nacionais sobre emissões, remoções, reduções e compensações de gases de efeito estufa (GEEs) e o comércio de créditos e certificados das transações. Mas a estimativa de veteranos desse mercado, como o investidor em cleantechs Carlos de Mathias Martins, é que demorem ainda dois anos para esse mercado estar funcionando no Brasil. Importante: como o mecanismo de captação e venda de créditos de carbono pressupõe uma compensação às comunidades dos locais em que os créditos são originados, com destinação de percentuais que variam em torno de 1% a 10% do dinheiro obtido, o mercado é de interesse geral.

Cada vez mais a tecnologia influencia a gestão
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Lúcia Helena Camargo
Lúcia Helena da Camargo é jornalista especializada em meio ambiente e sustentabilidade.

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