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Edição #2 do MIT SMR Brasil
Se usarem dados, os investidores podem combater o próprio preconceito –e o “estigma do cupcake”– e tomar decisões mais justas e eficazes
É comum que, ao apresentarem suas propostas de startups, homens e mulheres vivenciem experiências bem diferentes. “Fale sobre sua visão nesse empreendimento” pode ser a solicitação feita por um investidor ao homem que queira ter seu negócio próprio. Já para uma mulher, talvez a solicitação seja: “Fale sobre sua experiência em relação a esse tipo de empreendimento”.
Como várias pesquisas mostram, a abordagem dos investidores em relação a empreendedores homens costuma ter como foco o incentivo e a apreciação do risco. Já com as empreendedoras, o foco é preventivo e de aversão ao risco.

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