Centro de formação executiva focado em liderança, inovação e curadoria de conteúdos para líderes e gestores do futuro.

Conheça mais

O portal brasileiro da faculdade de gestão do MIT, trazendo conteúdo de qualidade e confiável sobre o tema.

Você está aqui

Acesso a estudos exclusivos e materiais de ensino produzidos pela faculdade de negócios de Harvard.

Versão brasileira do portal referência em negócios na China, endossado pela universidade de negócios Cheung Kong.

Conheça mais
O CNEX faz parte do ecossistema Atitus. Conhecimento, tecnologia e inovação. Conectadas com o mesmo propósito: o seu futuro.

Status de leitura

Faça login para usar este recurso

Conteúdo da review
Crie uma playlist

Faça login para salvar este conteúdo em suas playlists

Não lido

Agilidade traz mais resiliência e competividade

Estudo brasileiro comprova essa relação, além de indicar que os níveis de integração e de flexibilidade dos processos podem ajudar as empresas tanto quanto as tecnologias da informação

Marcelo Bronzo Ladeira, Paulo Renato de Sousa, Marcos Paulo Valadares de Oliveira, Marcelo Werneck Barbosa e Paulo Tarso Vilela de Resende
12 de junho de 2024
12 min de leitura
Agilidade traz mais resiliência e competividade

> A PERGUNTA É:>> Como uma empresa pode ficar mais resiliente (a rupturas como a da atual pandemia, inclusive) e competitiva?

Agilidade. Essa palavra – que para muitos explica o sucesso da Amazon e da Netflix e o fracasso da Blockbuster e da Toys “R” Us – quase sempre vem associada ao uso intensivo das novas tecnologias de informação nos processos de produção e logística das empresas. De fato, as novas tecnologias contribuem para uma maior agilidade, à medida que favorecem objetivos estratégicos como a integração de fluxos informacionais e de decisão nas cadeias de demanda, ou a redução de lead times nos processos de engenharia simultânea e rápida prototipagem, necessários em mercados inovadores e de produtos com curto ciclo de vida. Muitos estudos também destacam o papel relevante das TIs para a agilidade na cadeia de fornecimentos das empresas. Mas, indo além do uso de tecnologias, será possível impulsionar níveis ainda superiores de agilidade? Como fazer com que a agilidade crie vantagens competitivas duradouras para as empresas? E as empresas, especialmente no Brasil, realmente percebem a necessidade – e/ou as vantagens – de ser mais ágeis?

Para responder a essas perguntas, realizamos uma pesquisa, desenvolvida em conjunto pela Fundação Dom Cabral e pelo Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão em Logística da Universidade Federal de Minas Gerais (Nipe-Log/UFMG). A literatura de gestão sugere que as empresas mais ágeis conseguem antecipar-se a eventos de ruptura – tais como a pandemia da Covid-19 – ou, pelo menos, são mais rápidas e efetivas em mitigar seus efeitos. Embora a pesquisa tenha sido realizado antes da pandemia, pode ser especialmente útil no atual momento.

Disrupção 2020 / O caos e a transformação digital
Este conteúdo faz parte da edição #3 do MIT SMR Brasil.Já tem acesso? Fazer loginAssinarComprar edição

Você leu o post? Então faça login e tenha acesso ao recurso de “Marcar como lido”.

Marcelo Bronzo Ladeira, Paulo Renato de Sousa, Marcos Paulo Valadares de Oliveira, Marcelo Werneck Barbosa e Paulo Tarso Vilela de Resende
Marcelo Bronzo Ladeira é professor titular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e atua nos programas de doutorado e mestrado da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Paulo Renato de Sousa tem mestrado profissional em gestão contemporânea das organizações e é professor e pesquisador do Núcleo de Logística, Supply Chain e Infraestrutura da Fundação Dom Cabral. Marcos Paulo Valadares de Oliveira é Ph.D com pós-doutorado pela North Carolina State University, EUA. Bolsista de produtividade CNPq, atua em gestão de riscos em cadeias de fornecimento com a aplicação de business analytics em operações. Marcelo Werneck Barbosa é professor adjunto da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), doutorado em administração pela UFMG, mestrado e graduado em ciências da computação pela UFMG, com atuação em analytics e big data, gestão de operações e gerência de projetos, entre outras áreas. Paulo Tarso Vilela de Resende é professor do mestrado profissional em administração da FDC, Ph.D pela University of Illinois, EUA. Pesquisador e coordenador do Núcleo de Logística, Supply Chain e Infraestrutura da FDC.

Deixe um comentário

Sumário da review: edição #3 do MIT SMR Brasil.
Sumário
Ouvir
Item salvo (0)
Por favor, faça login para salvar este conteúdo em suas playlists Fechar
Share

Para você Faça login para ver sugestões personalizadas

Você atualizou a sua lista de conteúdos favoritos. Ver conteúdos
aqui