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Como elas lideram na nova economia
Edições

Review 25

Como elas lideram na nova economia

Quatro CEOS mulheres mostram capacidades que qualquer presidente de empresa tem que desenvolver continuamente daqui por diante

Editorial

Adriana Salles Gomes

Escrevo esta missiva no day after da nossa participação no evento Febraban Tech.

O espaço da MIT Sloan Management Review Brasil ficou lotado nas várias sessões, o que vi como um indicador de que muitos concordam conosco: não basta acrescentar tecnologia para deixar a organização competitiva nos tempos atuais; é preciso mudar a gestão.

O modelo de organização com competitividade sustentável tratado em nossa jornada de Febraban Tech foi batizado de “future-ready” pelo MIT CISR, centro de pesquisas globais ligado à nossa alma mater.

Como nosso assinante provavelmente já sabe, descreve organizações que continuamente transformam sua gestão com tecnologia em dois eixos – o da eficiência operacional e o da experiência do cliente.

O que sei é que a experiência Febraban Tech me fez enxergar ainda mais o valor desta edição que o leitor tem na tela. Lá Gustavo Concon, CTO da CI&T, destacou que tudo, absolutamente tudo, vai ter inteligência artificial “embarcada”. Gabriel Santos, VP de tecnologia da XP, disse que a tecnologia como estrutura da organização é um reflexo da organização que existe (mais ou menos fluida conforme os silos da vida real). Rodrigo Cunha, um dos responsáveis pela transformação em curso na B3, frisou a necessidade de transformar a organização para que navegue bem a era da IA e foi incisivo: a liderança viabiliza isso. Merece hiperfoco.

Então, ainda no nosso espaço de Febraban Tech, Ulisses Zamboni, psicanalista de empresários e executivos, abordou as dificuldades emocionais que os líderes das empresas tradicionais vêm tendo para liderar a IA. Ocorre por estarem ligados ao arquétipo de mundo da revolução industrial, enquanto o mundo atual é impactado pela revolução comportamental. E mais: Zamboni disse que mulheres líderes, mais atentas a comportamentos, levam vantagem no novo mundo. Se ainda não há clareza (não clareza cartesiana) sobre a revolução comportamental ter um impacto similar ao das revoluções industriais sobre os negócios, há sinais.

Esta Review hiperfoca a liderança. Primeiro, trazemos quatro CEOs mulheres que nos ajudam a entender o que é liderar no novo contexto: Claudia Muchaluat e Gisselle Ruiz, da Intel; Adriana Aroulho, da SAP; Renata Vichi, da Kopenhagen. Depois, falamos de jogos de poder, de ciber-resiliência e de inclusão, três pontos a que os CEOs devem redobrar a dedicação (e talvez as mulheres CEOs já tenham redobrado).

Para o leitor não ter crise de abstinência, também falamos de IA generativa (risos); é para revisá-la. Boa leitura!

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