O avanço rápido e continuado da tecnologia, combinado com a consolidação da computação em nuvem, impõe desafios novos à segurança cibernética, exigindo das empresas uma estratégia nova para prevenir e enfrentar ataques virtuais (cada vez mais sofisticados) e proteger aplicações e sistemas.
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O avanço rápido e continuado da tecnologia, combinado com a consolidação da computação em nuvem, impõe desafios novos à segurança cibernética, exigindo das empresas uma estratégia nova para prevenir e enfrentar ataques virtuais (cada vez mais sofisticados) e proteger aplicações e sistemas.
Nesse campo, uma questão decisiva é o manejo adequado de aplicações (Application Programming Interface, da sigla API do inglês) e sistemas, testados por ataques cada vez mais sofisticados e frequentes.
Uma pesquisa da Imperva indica que a proporção de tráfego da web que flui de APIs cresceu 30% de janeiro a abril de 2022, em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com uma análise do tráfego WAF na nuvem do Imperva Research Labs.
Dados como esse corroboram a percepção de que o manejo de APIs tornou-se elemento estratégico e crítico, ganhando espaço no centro da estratégia de segurança das empresas.
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